
Qual o meu temperamento?
Como este teste funciona
São 30 situações comuns, cada uma com quatro reações possíveis. Cada reação corresponde a um dos quatro temperamentos, e em algumas perguntas ela também conta um pouco para o temperamento vizinho, porque na vida as fronteiras entre eles são borradas. O teste soma o que você escolheu e ordena os quatro.
A ordem é o que importa. O que somou mais é o seu temperamento principal, o segundo é o secundário, e a combinação dos dois, nessa ordem, dá nome ao resultado. As porcentagens mostram quanto cada um pesou nas suas respostas. Elas medem as respostas de hoje, não a sua alma.
Quando o primeiro e o segundo lugar terminam a menos de uma resposta de distância, ou quando o segundo e o terceiro empatam, entram 6 perguntas curtas a mais. Elas só aparecem para quem empatou. Quem não empata termina antes.
O teste mede duas coisas que a tradição usa para distinguir os temperamentos: a rapidez com que você reage e quanto tempo a impressão dura em você. Reage rápido e esquece rápido, sanguíneo. Reage rápido e guarda, colérico. Reage devagar e guarda fundo, melancólico. Reage devagar e deixa passar, fleumático. As perguntas são cenas em que essas duas medidas aparecem.
Cuidados ao ler o resultado
- Responda pensando em como você costuma reagir na maioria das vezes, e não em como reagiu num dia difícil ou em como gostaria de reagir.
- O resultado descreve tendências. Nenhuma frase dele é uma sentença sobre você. Se uma descrição não bate com o que você observa em si, a sua observação vale mais.
- Duas porcentagens próximas significam que os dois temperamentos pesam quase igual em você. Nesse caso, leia os dois guias e trate a ordem como provisória.
- O teste não mede virtude nem pecado. Um colérico pode ser manso e um fleumático pode ser zeloso. Ele mede o ponto de partida, e o caminho é outro assunto.
Dúvidas frequentes sobre o teste
Não me reconheci no resultado. O teste errou?
Pode ter errado, e você é quem decide. O teste ordena as suas respostas de hoje; a sua observação de si ao longo de dias vale mais. Leia a descrição dos dois primeiros colocados e veja qual explica melhor as suas reações em cenas concretas: uma crítica, um atraso, um plano que deu errado. Se nenhum explicar, refaça o teste noutro dia, respondendo pelo que costuma acontecer e não pelo que gostaria.
Refiz o teste e o resultado mudou. Qual vale?
Quando muda, quase sempre é entre dois temperamentos que já estavam próximos, e o teste avisa quando isso acontece. Nesse caso os dois pesam parecido em você, e a ordem entre eles importa menos do que parece. Leia os dois guias. Se mudou entre temperamentos distantes, você provavelmente respondeu de ângulos diferentes nas duas vezes; refaça pensando na maioria das situações, não na última semana.
O que fazer se dois temperamentos empatam?
O próprio teste acrescenta perguntas de desempate quando o primeiro e o segundo terminam a menos de uma resposta de distância. Se, mesmo assim, as porcentagens ficam próximas, considere que você tem uma mistura equilibrada. Trate o resultado como "estes dois", e não como uma ordem fixa, e observe nos próximos dias qual aparece primeiro quando algo dá errado.
Em casa sou de um jeito e no trabalho sou de outro. Qual é o meu temperamento?
O temperamento é a reação espontânea, antes do ajuste que fazemos ao ambiente. O trabalho costuma exigir um comportamento; a casa costuma revelar a primeira reação. Responda pensando nos momentos em que você não estava se controlando. É comum que a pessoa aja como o secundário no ambiente em que precisa se adaptar e como o principal onde se sente à vontade.
Estou usando o meu temperamento como desculpa?
Faça a prova: a frase "eu sou assim" está vindo antes ou depois de uma atitude que feriu alguém? Se vem depois, para explicar sem reparar, virou desculpa. O temperamento descreve a primeira reação, que não escolhemos. A atitude que vem em seguida é escolhida, e é por ela que somos responsáveis. Conhecer a tendência serve para chegar antes dela, não para se absolver depois.
O resultado é doutrina da Igreja?
Não. A classificação dos quatro temperamentos vem da medicina antiga e foi aproveitada por autores espirituais católicos como ferramenta de autoconhecimento. A Igreja ensina sobre graça, virtude e liberdade; o esquema dos temperamentos é uma leitura útil, e discutível, da natureza humana. Neste site, o que é ensinamento da Igreja vem indicado como tal, e o que é interpretação dos temperamentos é apresentado como interpretação.