As três virtudes beneditinas: silêncio, obediência e humildade
Silêncio, obediência e humildade são os pilares da espiritualidade de São Bento. Essas virtudes abrem o coração à graça que sobrepuja a natureza.
Silêncio, obediência e humildade são os pilares da espiritualidade de São Bento. Essas virtudes abrem o coração à graça que sobrepuja a natureza.
Oração sem serviço é estéril; serviço sem oração é ativismo vazio. O equilíbrio do "ora et labora" de São Bento para a vida cristã de hoje.
São Bento manda acolher todo hóspede como o próprio Cristo. O que a hospitalidade dos mosteiros ensina sobre fazer do coração uma casa para Deus.
Num mundo com medo do silêncio, o capítulo 6 da Regra de São Bento o apresenta não como privação, mas como presença de atenção a Deus.
Vivemos cercados de ruído, e isso afeta a nossa oração. O silêncio é a condição para ouvir a voz de Deus, e a Eucaristia é por onde se recupera.
No capítulo 7 da Regra, São Bento ensina que se sobe ao céu descendo: os doze graus da humildade como caminho de liberdade interior.
Vigílias, laudes, missa, vésperas, completas: o ritmo de oração e trabalho que estrutura a vida dos monges, o "ora et labora" na prática.
"Escuta, ó filho": a primeira palavra da Regra de São Bento é um convite a inclinar o ouvido do coração e redescobrir a lectio divina.
As tentações de Jesus no deserto, o combate do coração nos Padres do Deserto e a "alegria do desejo espiritual" da Regra de São Bento.
Da abelha do Círio Pascal ao Livro de Horas: por que a arte sacra é linguagem, catequese e oração, e como reaprender a vê-la nos aproxima de Deus.
Quem foi São João Gualberto, o cavaleiro florentino que perdoou o assassino do irmão, abraçou a vida monástica beneditina e fundou a Congregação de Vallombrosa.
São Charbel foi um monge maronita libanês de oração e silêncio. A sua história, a festa em 24 de julho e como rezar pedindo a sua intercessão.