Trilha · 7 etapas
Sete leituras sobre como a coragem se forma pelo hábito, segundo Aristóteles.
A formação do homem é continuada, desejada, vivida e prática. A trilha segue a Ética a Nicômaco de Aristóteles: a virtude como hábito, a disposição e o meio-termo, o medo bem ordenado, os dois vícios e o fim nobre, as cinco coragens que só parecem coragem, o círculo da habituação e sua solução. No fim, as quatro palavras do título aparecem juntas. A série é fruto do trabalho de conclusão do curso de Filosofia do colunista João Guilherme Ferreira, na UNINTER.

Etapa 1 de 7:
Para Aristóteles, a virtude de caráter vem do hábito: tornamo-nos corajosos praticando atos corajosos. Primeiro texto da série sobre a coragem na Ética a Nicômaco.
Etapa 2 de 7:
Quando dizemos que alguém tem coragem, o que essa pessoa tem? Aristóteles responde com a noção de disposição, a héxis, e com o meio-termo relativo a nós. Segundo texto da série.
Etapa 3 de 7:
A coragem é a primeira virtude que Aristóteles examina em detalhe. Ela ordena o medo e a confiança, e se prova diante do mais temível. Terceiro texto da série.
Etapa 4 de 7:
A coragem tem dois vizinhos, a covardia e a temeridade. Mas o que a distingue de tudo o que se parece com ela é o fim: o belo ou nobre, to kalón. Quarto texto da série.
Etapa 5 de 7:
Aristóteles distingue cinco formas que apenas se assemelham à coragem: a cívica, a do experiente, a do impulso, a do otimista e a do ignorante. Um espelho para o leitor. Quinto texto da série.
Etapa 6 de 7:
Se nos tornamos corajosos praticando atos corajosos, como praticá-los antes de ser corajoso? Aristóteles responde no capítulo 4 do Livro II. Sexto texto da série.
Etapa 7 de 7:
O que a doutrina aristotélica do hábito ensina sobre como um homem se forma, resumido em quatro palavras. Último texto da série sobre a coragem na Ética a Nicômaco.
No fim da trilha
Chegou ao fim. Agora leve isso para a oração, ou teste o que ficou.