A colmeia, espelho da vida monástica (ora et labora)
O favo hexagonal e a arquitetura do claustro, o zumbido e o canto das Horas, o recolhimento noturno e o silêncio do mosteiro, o mel que não perece e a oração que persiste como graça.
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O favo hexagonal e a arquitetura do claustro, o zumbido e o canto das Horas, o recolhimento noturno e o silêncio do mosteiro, o mel que não perece e a oração que persiste como graça.
A médica cardiologista e teóloga Maria Elizabeth Ferreira contempla o coração — o que a anatomia descreve e o que a fé revela — à luz do lema beneditino ora et labora.
Na arte sacra não há atalho: ela pede discipulado, estudo da liturgia e oração. O belo que dura sempre leva tempo.
A IA produz imagens de santos em segundos. O que a Igreja ensina sobre arte sacra explica por que isso não basta.
O que a doutrina aristotélica do hábito ensina sobre como um homem se forma, resumido em quatro palavras. Último texto da série sobre a coragem na Ética a Nicômaco.
Na tradição, o ícone é "escrito", não pintado, e o iconógrafo reza enquanto trabalha. Por que a Igreja chama a iconografia de cume da arte sacra.
Barroco ou contemporâneo? A beleza é objetiva e reflexo de Deus, independe de estilo. Por que o purismo ("só o antigo presta") contradiz a própria fé.
Primeiro texto da série "Liturgia — Silêncio e Atuação": a colunista Stella Maria Ferreira reflete sobre o silêncio fecundo que sustenta a Santa Missa e conduz à paz da Cruz.
Atributo de Santo Ambrósio e de São Bernardo, figura do Espírito Santo, de Maria, do Cristo e da alma: a abelha condensa múltiplos aspectos do mistério cristão, e cada leitura nasce de uma propriedade real da criatura.
Dar dignidade a uma igreja não depende de dinheiro, e sim de cuidado. A diferença entre simplicidade e desleixo, e por que cada material e cada detalhe importam.
A arte sacra não é decoração de igreja: é o Evangelho escrito em formas e cores. Ela é teológica, simbólica, e evoca a presença de Deus.
"Quem come a minha carne tem a vida eterna." O discurso do Pão da Vida, em João 6, explica por que a Missa é o Apocalipse de São João vivido.