Temperamento no casamento e na convivência: por que o outro reage assim
O mesmo silêncio é descanso para um e abandono para outro. Como os quatro temperamentos leem o mesmo gesto, quais pares se atritam e o que cada um deve ao outro.

Sócio da Anjo Comunicação, formado em Filosofia e pós-graduando em Liturgia pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro. É postulante à oblação no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro e atua há seis anos como diretor editorial da Missão Tenda do Senhor. É também idealizador e criador do aplicativo Ora et Labora, além de idealizador e coapresentador do podcast de mesmo nome.
O mesmo silêncio é descanso para um e abandono para outro. Como os quatro temperamentos leem o mesmo gesto, quais pares se atritam e o que cada um deve ao outro.
O exame de consciência genérico passa por cima do pecado de cada um. O temperamento indica onde olhar primeiro, e as perguntas mudam para o sanguíneo, o colérico, o melancólico e o fleumático.
O temperamento descreve a matéria com que Deus trabalha, e não a vocação que Ele chama. Como usar essa chave no discernimento sem transformá-la em sentença.
O Cristo prensado como uva, e o Sangue recolhido em cálices: o Lagar Místico traduz em imagem a parábola da videira e a profecia de Isaías. Mel, oração e Sangue, três alimentos que não perecem.
Entre um manuscrito de 1415, um processo por feitiçaria em 1647 e dois breves do Papa Bento XIV, a cruz de São Bento tornou-se a medalha que a Igreja abençoa.
Os episódios gravados na frente da Medalha de São Bento vêm dos Diálogos de São Gregório Magno: o cálice de veneno partido ao sinal da cruz, o corvo que levou o pão envenenado e o combate do santo em Subiaco e Monte…
Um monge carioca professou no Mosteiro de São Bento em 1677 e escreveu de próprio punho sua Carta de Profissão. Na capitular iluminada, flores, dois pavões, a pomba e duas abelhas. Leitura da imagem.
Na noite em que celebra a Ressurreição, a Igreja agradece em alta voz o trabalho das abelhas. A cera, o Círio como coluna de fogo, a abelha lida como Maria e a sentença medieval de que não se celebra missa sem cera.
O favo hexagonal e a arquitetura do claustro, o zumbido e o canto das Horas, o recolhimento noturno e o silêncio do mosteiro, o mel que não perece e a oração que persiste como graça.
O que a doutrina aristotélica do hábito ensina sobre como um homem se forma, resumido em quatro palavras. Último texto da série sobre a coragem na Ética a Nicômaco.
Atributo de Santo Ambrósio e de São Bernardo, figura do Espírito Santo, de Maria, do Cristo e da alma: a abelha condensa múltiplos aspectos do mistério cristão, e cada leitura nasce de uma propriedade real da criatura.
Antes de ler a abelha como animal litúrgico é preciso fixar três conceitos: liturgia, obra do povo oferecida a Deus; espaço sagrado, a superfície que a ação organiza; e hierofania, a manifestação do sagrado no mundo…
Se nos tornamos corajosos praticando atos corajosos, como praticá-los antes de ser corajoso? Aristóteles responde no capítulo 4 do Livro II. Sexto texto da série.
Comunitária, silenciosa à noite, laboriosa e geradora de dois bens que não perecem, a abelha vive segundo uma ordem que a Igreja reconhece na própria liturgia.
Silêncio, obediência e humildade são os pilares da espiritualidade de São Bento. Essas virtudes abrem o coração à graça que sobrepuja a natureza.
Aristóteles distingue cinco formas que apenas se assemelham à coragem: a cívica, a do experiente, a do impulso, a do otimista e a do ignorante. Um espelho para o leitor. Quinto texto da série.
A coragem tem dois vizinhos, a covardia e a temeridade. Mas o que a distingue de tudo o que se parece com ela é o fim: o belo ou nobre, to kalón. Quarto texto da série.
A coragem é a primeira virtude que Aristóteles examina em detalhe. Ela ordena o medo e a confiança, e se prova diante do mais temível. Terceiro texto da série.
Quando dizemos que alguém tem coragem, o que essa pessoa tem? Aristóteles responde com a noção de disposição, a héxis, e com o meio-termo relativo a nós. Segundo texto da série.
Para Aristóteles, a virtude de caráter vem do hábito: tornamo-nos corajosos praticando atos corajosos. Primeiro texto da série sobre a coragem na Ética a Nicômaco.
Medalha de São Bento: o que está escrito nas letras, o significado da cruz e por que esse santo beneditino é invocado como proteção contra o mal.
Virtudes para o melancólico: fortaleza, prudência, fé e esperança moderam tristeza e perfeccionismo. Um plano prático para combater os vícios e crescer.
Virtudes para o temperamento fleumático: cultive a fortaleza e a justiça contra a preguiça e o comodismo, valorizando a temperança e prudência naturais.
Virtudes para o temperamento sanguíneo: fortaleza e temperança moderam o ímpeto, enquanto a caridade e a alegria natural são cultivadas. O plano prático.
Virtudes para o temperamento colérico: aprenda a moderar a ira, a soberba e a impaciência com mansidão, humildade, prudência e fortaleza bem ordenada.
Virtudes e temperamentos se cruzam quando entendemos o temperamento como matéria-prima e a virtude, sob a graça, como o que o aperfeiçoa. Com tabela.
A virtude da temperança é a virtude cardeal que modera a atração pelos prazeres e garante o domínio de si. O que é e como vivê-la na vida cristã.
A virtude da prudência é a virtude cardeal que aplica a reta razão à ação, guiando as demais virtudes para escolher o verdadeiro bem em cada situação concreta.
A virtude da justiça é a vontade constante de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido. Essa virtude cardeal, os seus tipos e como vivê-la no dia a dia.
A virtude da fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e aceitamos tudo o que Ele revelou. O que é a fé, por que é dom e como fazê-la crescer.
A virtude da fortaleza é a virtude cardeal que dá firmeza diante das dificuldades e constância na busca do bem. O que é e como vivê-la.
A virtude da esperança é a virtude teologal pela qual confiamos nas promessas de Deus e desejamos o Céu. O que é, como cresce e por que sustenta a fé.
A virtude da caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo por amor de Deus. O que é e como vivê-la.
A soberba é o vício capital que está na raiz de todos os outros pecados. O que é a soberba, como ela se manifesta e como vencê-la pela humildade.
A preguiça (acédia) é um dos sete vícios capitais: entenda o que é, como ela se manifesta na vida espiritual e como vencê-la com a virtude da diligência.
O que são as virtudes? O significado das virtudes cardeais (prudência, justiça, fortaleza, temperança) e das teologais (fé, esperança e caridade).
A luxúria é um dos sete pecados capitais: o desejo desordenado do prazer sexual. O que é o vício da luxúria e como vencê-lo pela virtude da castidade.
A inveja é um dos sete vícios capitais: a tristeza diante do bem alheio. O que é, como ela se manifesta e como vencê-la com a caridade.
A gula é um dos sete pecados capitais: o desejo desordenado pela comida e pela bebida. O que é o vício da gula e como vencê-lo com a virtude da temperança.
Como desenvolver virtudes na prática: repetição de atos bons, exame de consciência, pequenas resoluções, vida de oração e sacramentos. Um método diário e concreto.
A avareza é um dos sete pecados capitais: o apego desordenado aos bens materiais. O que é o vício da avareza e como vencê-lo com a generosidade.
Como combater um vício com a virtude oposta: entenda o "agere contra", a tabela vício-virtude e o caminho seguro para vencer os vícios com a graça de Deus.
A ira é um dos sete vícios capitais. O que é, como ela se manifesta na vida e como vencê-la com a virtude oposta: a mansidão e a paciência.
O significado bíblico de cólera revela a justiça de Deus contra o pecado, nunca um capricho. A ira de Deus à luz do ensino católico e da misericórdia.
Temperamento dos filhos: como educar a criança sanguínea, colérica, melancólica e fleumática respeitando sua natureza e abrindo espaço para a graça.
Temperamento, personalidade e caráter não são a mesma coisa. A diferença entre o que você nasce, o que constrói e quem você escolhe ser diante de Deus.
Temperamento sanguíneo-melancólico: entenda a combinação entre o calor do sanguíneo e a profundidade do melancólico, suas forças, riscos e caminho de santidade.
Temperamento sanguíneo-fleumático: entenda como o calor sociável do ar se une à calma da água, suas forças, riscos e um caminho de santidade católico.
Temperamento sanguíneo-colérico une o calor sociável do ar ao fogo da vontade: energia, liderança e entusiasmo. Traços, riscos e o caminho de santidade.
O temperamento melancólico-fleumático une profundidade e calma: pessoas reflexivas, leais e pacíficas. Características, riscos e caminho de santidade.
O temperamento colérico-melancólico une a vontade forte do líder ao rigor do perfeccionista. Traços, riscos e o caminho de santidade dessa combinação.
O temperamento colérico-fleumático une a força e a determinação do colérico à calma e à constância do fleumático. Esse perfil e o seu caminho de virtude.
Santos por temperamento: exemplos de santos sanguíneos, coléricos, melancólicos e fleumáticos, e como a graça aperfeiçoa cada natureza humana.
Graça aperfeiçoa a natureza: entenda como o temperamento que você recebeu não impede a santidade, mas é o material que Deus eleva e transforma pela graça.
Como descobrir meu temperamento? Os 4 tipos (sanguíneo, colérico, melancólico, fleumático), as suas combinações e o caminho de santidade para cada um.
Como cada temperamento reza: o caminho de oração do sanguíneo, colérico, melancólico e fleumático, e como as combinações se ajudam.
A oração da medalha de São Bento, o significado das letras em latim, o texto em português e como rezar e usar este sacramental de proteção com fé.
O que é temperamento? É a disposição inata que dá a cor às nossas reações. Os 4 temperamentos, a sua origem e o seu uso na vida espiritual católica.
A virtude da esperança é como uma âncora que fixa nosso coração em Deus, permitindo-nos enxergar o eterno através das realidades temporais.
A esperança, como virtude teologal, tem um papel fundamental em nossa caminhada rumo ao céu. Ela não apenas regula, mas também amadurece e aprofunda nossa relação com Deus.
Na vida espiritual, encontramos três virtudes fundamentais que nos conectam diretamente com Deus: fé, esperança e caridade.
A fé é como uma casa que precisa de fundamentos sólidos. Assim como não construímos sobre areia movediça, mas sobre rocha firme, nossa fé precisa de bases sólidas para crescer e se fortalecer.
A fé é muito mais que um conceito abstrato – é o alicerce fundamental de toda nossa vida espiritual. Vamos explorar por que esta virtude é tão essencial para nossa jornada cristã.
Após conhecermos as virtudes principais, surge uma dúvida comum: por onde começar? Como saber qual virtude desenvolver primeiro? É o que vamos ver.
Depois de conhecermos as sete virtudes principais, surge uma pergunta importante: são apenas essas? A resposta é não. Existe um universo muito mais amplo de virtudes que podemos desenvolver em nossa vida cristã.
Você já usou uma bússola ou conhece a rosa dos ventos? Assim como esses instrumentos nos ajudam a encontrar direções, as virtudes cardeais são como uma bússola para nossa vida moral.
Você sabia que existem sete virtudes principais que são como pilares para nossa vida espiritual? Hoje vamos conhecer o primeiro grupo dessas virtudes: as virtudes teologais.
Você já se pegou fazendo algo que sabe que não é bom, mas mesmo assim não consegue parar? Esse é um sinal de alerta que precisamos conhecer melhor.
A busca pela santidade é uma jornada que todo cristão é chamado a percorrer.
Apostila em PDF sobre a justiça, uma das quatro virtudes cardeais, para leitura e estudo.
A prudência conduz a reta ação em cada escolha do dia. Apostila em PDF sobre essa virtude cardeal, para leitura e estudo.
Hoje, dia 7 de setembro, é um dia especial. Certamente é o dia em que, mais uma vez, temos a oportunidade de decidir por Deus.
Virtude... Eis aqui um assunto sobre o qual muitos falam e poucos sabem. Estranho, não é? Sim! Vamos procurar entender o que a Igreja ensina para não sermos falsos entendidos de um assunto que, mais que sabido, deve ser…